//periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/issue/feed TARKA — Revista de Filosofia Intercultural 2026-01-19T23:16:18+00:00 ALAFI alafioficial@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;"><strong>TARKA — Revista de Filosofia Intercultural </strong>é um periódico semestral vinculado à Associação Latino-Americana de Filosofia Intercultural (ALAFI) em parceria com pesquisadores e departamentos de filosofia de diversas universidades, com suporte técnico da Universidade Federal do Cariri (UFCA) e editorial da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Visando fomentar publicações acadêmicas na área de Filosofia em perspectiva intercultural, com foco na produção latino-americana, a revista recebe reflexões teóricas sobre interculturalidade, acolhendo ensaios sobre temas filosóficos pensados a partir de matrizes culturais das mais diversas sociedades do mundo e textos sobre práticas de Ensino de Filosofia a partir de uma abordagem intercultural.&nbsp;</p> <p>TARKA — Revista de Filosofia Intercultural nasce da necessidade de um veículo de publicação próprio destinado a produções interculturais no campo da Filosofia. Seu nome é significativo por apresentar uma confluência bastante incomum: entre os povos Aymara dos Andes, “tarka” é a palavra usada para referir-se a uma flauta e, na epistemologia indiana clássica, "tarka" é o termo que se usa para designar “argumento”. Nessa junção cultural, estética e epistemológica, teórica e prática, o termo "tarka" expressa diretamente esse sentido de interculturalidade buscado pelas instituições e pesquisadores que organizam a revista.<br><br>ISSN 3086-0660<br><br></p> <p style="text-align: justify;"><em><em>Sobre la revista<br></em></em><strong>TARKA — Revista de Filosofía Intercultural</strong> es un proyecto conjunto de la Asociación Latinoamericana de Filosofía Intercultural (ALAFI) y del curso de Filosofía de la Universidad Federal de Cariri (UFCA), con periodicidad semestral a partir de 2025. El objetivo de esta revista es promover las publicaciones académicas en el área de la Filosofía en una perspectiva intercultural. El alcance de la revista incluye publicaciones que son (1) reflexiones teóricas sobre la interculturalidad y cuestiones relacionadas, así como (2) temas filosóficos de diferentes matrices culturales de las diversas sociedades del mundo, especialmente de América Latina.</p> <p style="text-align: justify;"><em>About the journal<br></em><strong>TARKA — Journal of Intercultural Philosophy</strong> is&nbsp;a biannual journal developed by the Latin American Association of Intercultural Philosophy (ALAFI) in partnership with the Philosophy course of Universidade Federal do Cariri (UFCA). The objective of the journal is to promote academic publications in the philosophy field with an intercultural outlook. The scope of the journal ranges from papers that are (1) theoretical reflections about interculturality and issues related to it, as well as (2) philosophical subjects from a variety of cultural matrices of the many societies of the world, especially, Latin-America.</p> <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p> //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1461 A expansão do cânone filosófico e a revista acadêmica como suporte para o Ensino de Filosofia 2026-01-19T23:16:18+00:00 Flávio Tonnetti flavio.tonnetti@gmail.com <p>Texto editorial da segunda edição de TARKA — Revista de Filosofia Intercultural da ALAFI.</p> 2026-01-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1359 Conocimiento, afectividad y bhakti en la conclusión del Vedārthasaṃgraha de Rāmānuja 2025-12-30T15:52:03+00:00 Martín Emilio Rosana martinemiliorosana@gmail.com <p>El presente escrito busca presentar la relación particular establecida por el filósofo y teólogo tamil Rāmānuja (1017-1137 d.C.) entre el conocimiento (<em>jñāna</em>) y la devoción (<em>bhakti</em>), en el contexto de su obra prima, el Vedārthasaṃgraha. Para ello, haremos una breve introducción a las directrices generales de su interpretación del vedānta. A continuación, señalaremos algunos aspectos de la presentación de esta relación realizada por Ram-Prasad (2022), indicando lo que consideramos una interpretación inadecuada de la motivación que orienta al autor. Finalmente, presentaremos esta relación buscando una lectura y traducción lo más fiel posible al texto sánscrito de Rāmānuja, destacando su valoración de la alteridad en las relaciones cognitivas y afectivas entre los seres individuales y el ser universal, <em>brahman</em>.</p> 2025-12-30T15:51:00+00:00 Copyright (c) 2025 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1347 Sobre as cidades não excelentes de Alfarabi 2026-01-17T03:49:22+00:00 Alexandre Chareti alexandrechareti@yahoo.com.br <p>O objetivo desse texto é abordar a diversidade de práticas viciosas que fundamentam as configurações de cidades não excelentes, no <em>Livro dos princípios das opiniões dos habitantes d'A cidade excelente</em>, do filósofo Abu-Nasser Muhammad Alfarabi (874-950 d.C./ 260-339 H.). Conhecida como <em>A Cidade Excelente</em>, essa obra tardia na trajetória filosófica de Alfarabi harmoniza aspectos do pensamento de Aristóteles, do platonismo e de outras doutrinas que, combinadas a uma série de inovações, funda uma tradição entre os pensadores de língua árabe do período pré-moderno. A caminho de reconhecer os tipos de cidades não excelentes, acompanharemos Alfarabi por sua descrição do princípio do Universo, da existência, dos astros, da vida na Terra, da alma humana, das virtudes e vícios, até o ideal de cidade excelente.</p> 2026-01-17T03:48:24+00:00 Copyright (c) 2026 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1320 Una conciencia ecológica ch'ixi: relacionalidad y antagonismo en el Pacha desde Silvia Rivera Cusicanqui 2025-12-17T16:23:05+00:00 Juliana Diaz Quintero abraxas0222@gmail.com <p>Ante la crisis civilizatoria y ecológica, las respuestas occidentales suelen partir de una ética antropocéntrica que prioriza a la humanidad y marginaliza a otros seres. Este artículo cuestiona la división occidental entre humano y naturaleza y recurre al pensamiento de la socióloga aymara Silvia Rivera Cusicanqui, cuyo concepto de <em>mundo ch’ixi</em> — donde opuestos coexisten en fricción creativa — y su noción del Pacha como pluriverso proponen una conciencia ecológica relacional. En ella, los humanos son parte de una red de agentes (ríos, montañas, ancestros, plantas) con quienes se negocia de forma dialógica y conflictiva, sin paternalismos ni idealizaciones. Esta perspectiva ofrece un marco potente para repensar nuestra presencia en el mundo más allá de los dualismos modernos y para fortalecer la cosmopolítica andina.</p> 2025-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1355 A filosofia de Lélia Gonzalez e a fundamentação do feminismo negro brasileiro 2025-12-03T15:23:51+00:00 Carla de Brito Nascimento carla.brito@ufu.br <p>Este artigo explora a filosofia de Lélia Gonzalez e sua relação com o Feminismo Negro brasileiro, destacando sua importância ao interpretar e promover a luta ancestral das mulheres negras. Gonzalez trouxe à tona, no cenário acadêmico, político e social, as demandas e resistências das mulheres negras. A partir disso, buscamos fazer uma articulação dos conceitos "Interseccionalidade", "Amefricanidade" e "Pretuguês", destacando como figuras históricas brasileiras, como Dandara dos Palmares, Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus, desempenharam papeis cruciais, desafiando normas sociais e contribuindo para a formação cultural afro-brasileira. Fazemos uma análise das vivências dessas mulheres, demonstrando como o Feminismo Negro se desenvolveu a partir de uma ancestralidade comunitária visando o bem viver, não apenas das mulheres negras, mas também de toda sociedade. Através deste artigo, buscamos enfatizar a importância de reconhecer e valorizar a herança filosófica, histórica e cultural das mulheres negras, destacando que o Feminismo Negro é uma construção coletiva, fundamentada na resistência, inteligibilidade e liderança de mulheres negras ao longo do tempo. A metodologia empregada inclui uma análise detalhada das obras de Gonzalez, destacando as interações complexas entre gênero, raça e classe. Em síntese, este artigo oferece uma reflexão sobre o legado de Gonzalez, enfatizando sua capacidade de combinar teoria e prática para desafiar e transformar as bases epistemológicas e sociais que sustentam a opressão racial e de gênero. Essa análise não apenas resgata a importância de suas contribuições intelectuais, mas também propõe uma reavaliação necessária das narrativas históricas e filosóficas que moldam a identidade nacional brasileira.</p> 2025-12-03T14:14:20+00:00 Copyright (c) 2025 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1358 Capoeira Angola: corporeidade e ancestralidade na cultura popular brasileira 2026-01-07T15:23:58+00:00 Glauciane Souza glaucianessouza@gmail.com <p>As manifestações culturais brasileiras afro-diaspóricas, como a Capoeira Angola, mais que símbolo de resistência, são memórias grafadas no corpo, são espaço-tempo de ancestralidade sempre presente.&nbsp; Nesse sentido, esse estudo busca identificar os princípios filosóficos ancestrais de vida e de mundo <em>Bakongo</em> narrados nas performances corporais na Capoeira Angola, enquanto memória corpórea. Para isto, trouxe para a roda a discussão sobre a corporeidade do filósofo francês Merleau-Ponty, e o pensamento ancestral dos Bakongo apresentada por Bunseki Fu-Kiau, numa metodologia transdisciplinar, que investiga o corpo e suas performances na Cultura Popular Brasileira.</p> 2026-01-07T15:23:57+00:00 Copyright (c) 2026 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural //periodicos.ufca.edu.br/ojs/index.php/tarka/article/view/1360 A crítica da razão tupiniquim: proposta e formação original 2025-12-18T21:11:36+00:00 Fábio Falcão Oliveira fabiofalcao@ufrb.edu.br <p>O presente artigo tem como finalidade pensarmos como Crítica da Razão Tupiniquim de Roberto Gomes (1994) nos sinaliza que a filosofia brasileira não fez nada a não ser repetir o que nos é importado. Para ele, ainda que a obra tenha um tema sugestivo, parece conveniente questionarmos se realmente existe uma razão brasileira legítima levando em consideração que nossos pensadores são alienados em uma cultura europeia-ocidental. Ao longo da produção acadêmica brasileira, os filósofos de profissão, vestiram a máscara do pensamento estrangeiro, delirando em seus conceitos fazendo da academia igrejas cultuando os textos, os autores, a forma de pensar e tudo que vem de fora.</p> 2025-12-18T21:11:36+00:00 Copyright (c) 2025 TARKA — Revista de Filosofia Intercultural